Peças para o próximo leilão

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  • China. Séc. XVIII - Travessa retangular chanfrada em porcelana chinesa da Companhia das Índias, decorada em policromia de esmaltes. Borda ornada em azul cobalto com larga barra em treliças, filete em spearhead e friso geométrico. Apresenta ao centro brasão com monograma emoldurado e encimado por guirlandas floridas.
  • CHINA. Dinastia Qing. Séc. XVIII / XIX - Sopeira em porcelana chinesa da Companhia das Índias. Apresenta formato retangular com decoração em azul underglaze sobre branco com flores e folhagens. Pega da tampa na forma de flor e pegas laterais na forma de cabeça de lebre. China. Dinastia Qing (1644-1911). Apresenta restauro na pega e nas alças. 30 x 21 cm.
  • BACCARAT, France. Séc. XX. Modelo Harcout - Conjunto de peças em cristal francês translúcido e facetado da Maison Baccarat. Constando de 38 peças, sendo: 1 compoteira de pé alto (31 x 12 cm), 2 garrafas (26 x 10 cm), 1 jarra para água (16 cm), 30 taças e 4 lavandas. Relação das taças: 6 taças p/ água (19 cm), 16 taças p/ vinho colorida (18 cm), 6 taças p/ vinho tinto (17 cm), 6 taças p/ vinho branco (15 cm), 6 taças p/ champagne (13 cm).
  • CILDO MEIRELES (Rio de Janeiro, 1948) - Carimbo sobre nota. 14 x 6 cm (papel). Obra reproduzida no livro do artista. Quem matou Herzog? A pergunta se repete nas cédulas de um cruzeiro que Cildo Meireles carimbou nos anos 1970, em referência ao assassinato do jornalista Vladimir Herzog durante um interrogatório no DOI-Codi, forjado para parecer suicídio pelos oficiais do regime militar. Cildo Meirelles usou as notas carimbadas no período da ditadura militar para indagar de forma anônima e explicita em meio ao período de censura onde o medo o silêncio estavam presentes. As notas de um cruzeiro e o carimbo foram os instrumentos que o artista encontrou para gerar circulação da mensagem Quem matou Herzog (Militante do Partido Comunista), fazendo protesto sem que sua indagação e indignação sofressem repressão, destacou dessa forma a sua visão da arte enquanto meio de democratização da informação e da sociedade. Artista multimídia. Como um dos pioneiros da instalação artística no Brasil, Cildo produz obras universais, na medida em que explora as experiências multissensoriais que podem ser experienciadas pelo ser humano, o que projeta seu trabalho internacionalmente. A partir do questionamento, reinante na década de 1960, sobre o que é arte, constrói uma produção vasta e multifacetada.
  • EDGAR WALTER (Nova Lima, MG,1917  Teresópolis, RJ,1994) - Paisagem Rural com Choupana. Óleo s/ tela. Ass. e datado 1944, cid. Pintor,, desenhista e professor brasileiro de origem inglesa
  • WILLEM LEENDERT VAN DIJK (Westmass, Holanda 1915 - Petrópolis RJ 1990) - Canteiro de Flores. Óleo s/ tela. Ass. cie. 51 x 80 cm (MI). 74 x 102 cm (ME). Pintor e desenhista. Estuda arte e teologia em Leiden (Holanda), na Academia de Belas Artes e Universidade de Leiden. Em 1968, o governador do estado do Rio de Janeiro, Geremias Fontes, oferece ao Presidente Costa e Silva o quadro Rio Piabanha - Petrópolis e a tela Petrópolis em Flor à rainha Elisabeth II, em visita oficial ao Brasil. Em 1971, torna-se membro da Academia Petropolitana de Letras.
  • SERVIÇO DOS MENINOS DE PALHAVÃ  Prato em porcelana chinesa da Companhia das Índias. Apresenta uma coroa central, figuras humanas e elementos abstratos em tons de azul. Teria pertencido aos filhos naturais de D. João V. 23 cm. Peça idêntica reproduzido no Livro Louças da Aristocracia no Brasil de Jenny Dreyfus, á pág. 163. Filhos do sexo masculino do Rei D. João V de Portugal (17061750), reconhecidos pelo soberano em documento que firmou em 1742, mas que só foi publicado em 1752, após a sua morte.
  • D. JOÃO VI . Serviço Sépia, Verde e Dourado. Séc. XIX -  Travessa em  porcelana possivelmente francesa pertencente ao Serviço Sépia, Verde e Dourado de D. João VI. Apresenta formato oval com uma cena central representando uma casa com árvores e rio ao fundo. Borda com larga faixa em ouro.  20 x 14 cm. Desgaste no dourado. Peça do mesmo serviço reproduzida no Livro Louça da Aristocracia no Brasil de Jenny Dreyfus, à pág. 189.
  • Alemanha. Séc. XIX - Exuberante Garniture de Cheminée, em porcelana alemã policromada e dourada. Apresenta relógio de mesa, de formato alongado, profusamente ornamentado em alto relevo com treliças, folhas, flores e Putti distribuídos sobre a frente do relógio. Ao centro, mostrador circular de fundo branco com a marca do relojoeiro. Verso liso decorado por arranjos florais. Base apoiada em volutas assimétricas, centralizando estilizações onduladas. Acompanha par de candelabros para 2 velas, construídos no mesmo estilo, com colunas retas, encimadas por braços recurvos e ponteiras floridas. Bases apoiadas em pares de anjos sobre arabescos laterais. Marca da manufatura sob a base. 45 x 30 cm (relógio). 46 x 18 cm (candelabros). Acompanha chave e pêndulo original.
  • ARTE REGIONAL BRASILEIRA  Escultura em madeira maciça representando gato sentado. Assinada MMC e inscrições na base. 95 x 27 x 24 cm.
  • ARTE REGIONAL BRASILEIRA  Escultura em madeira maciça representando onça meio agachada. Assinada SAC. 45 x 128 x 25 cm. Pequeno reparo na perna esquerda.
  • MEISSEN  Belíssimo prato em porcelana alemã, policromada e dourada, com borda ondulada. Apresenta margem moldada com folhas alinhadas em leve relevo, intercaladas por reservas ovaladas com ramos floridos e volutas. Ao centro, composição floral emoldurada por volutas. Marca da manufatura sob a base. 30 cm.
  • HEREND  Elegante Par de legumeiras circulares baixas, em porcelana húngara ornamentada em policromia floral e filetes a ouro. Bojos retos ladeados por alças em volutas filetadas, apoiados em bases retraídas. Tampas levemente abobadadas, encimadas por pegas torcidas. 16 x 28 x 24 cm.
  • HEREND  Elegante legumeira de forma oval em porcelana húngara, ornamentada em policromia floral e filetes a ouro. Marcas da manufatura sob as bases. 11 x 21 cm.
  • LALIQUE FRANCE  Conjunto em cristal transparente, constando de uma jarra cônica, lapidada e ornada na parte inferior por 3 frisos com motivos triangulares, e encimada por gargalo e tampa no estilo. Base circular lisa. Acompanha jarra moldada e ornamentada no mesmo modelo, ladeado par bico curto e alça em asa. Marcas gravadas da Cristallerie. 21 x 20 cm (jarra) e 24 x 12 cm (garrafa).
  • BACCARAT - Conjunto de 54 copos em cristal francês de pé alto. Bojos de formato cônico, lapidados e ornados por largas faixas em bico de jaca. Hastes retas, facetadas e abauladas ao centro, apoiadas em bases circulares lavradas com sulcos em leque, sendo 18 copos p/ água (17 cm).18 copos p/ vinho tinto (16 cm) e 18 copos p/ vinho branco (15 cm).
  • Pinha decorativa em cerâmica artesanal da manufatura nacional Luiz Salvador, Itaipava. Apresenta pintura tradicional portuguesa ou colonial caracterizada pelo uso predominante de azul cobalto sobre fundo branco. As pinhas são valorizadas pelo seu design artesanal e simbologia geralmente associadas a hospitalidade e prosperidade. Marca da manufatura no verso. Peças sem uso. 24 x 12 cm.
  • Meia cômoda rústica em madeira lisa, com tampo retangular saliente e borda canelada. Caixa reta apresentando par de gavetas à frente sobre gavetão. Pernas retilíneas de secção quadrangular. Puxadores torneados. 77 x 154 x 60 cm. Marcas de uso e do tempo.
  • FERNANDO DE LA ROCQUE (Rio de Janeiro, 1979) - Matriz das Motrizes. Óleo s/ tela. Ass, titulado e datado 2012, verso. 50 x 50 cm.  As obras são marcadas pela subversão de técnicas tradicionais e pela exploração de temas provocativos, como o erotismo, o corpo humano e o uso de substâncias psicoativas. Ele utiliza suportes clássicos, como o bordado e o azulejo português azul e branco, para retratar cenas transgressoras, criando um contraste entre a delicadeza do método e seu conteúdo. Formado em Escultura pela UFRJ, o artista carioca transita entre diversas mídias, produzindo séries que desafiam normas sociais e estéticas.
  • HENRI TRIBOLET (Rio de Janeiro, 1862-1914)  Vista  Iconográfica da Mureta da Urca para a cidade do Rio de Janeiro, Morro Castelo, Igreja da Glória e Catete e Botafogo .Óleo s/ madeira. Ass. e datado 1895, cid. 31 x 70 cm (MI). 50 x 88 cm (ME). Pintor, discípulo de Facchinetti. Em 1896 participou da Exposição Geral de Belas Artes de 1896, no Rio de Janeiro, onde expôs seis obras. Em 1982, integrou a mostra 150 Anos de Pintura de Marinha na História da Arte Brasileira, no Museu Nacional de Belas Artes, Rio de Janeiro. Tribolet é conhecido por seus quadros que representam paisagens e marinhas cariocas ou vistas petropolitanas. Encontram-se quadros seus em coleções particulares, principalmente no Rio de Janeiro e em São Paulo.

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