Peças para o próximo leilão

378 Itens encontrados

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  • ESCOLA HOLANDESA. Circa de 1800 - Natureza Morta - Flores em um Vaso Decorado. Óleo s/ tela. 69 x 57 cm (MI). 90 x 77 cm (ME). A obra apresenta um arranjo floral rico sobre um fundo escuro, característica comum nas pinturas barrocas europeias do período.
  • Escola Alemã. Década de 30. Assinatura não Identificada. "Soldat und Tod" (Soldado e a Morte). Óleo s/ madeira. Ass. cid. 48 x 32 cm (MI). 76 x 61 cm (ME). A obra retrata a figura expressiva e imponente de um oficial ou soldado militar fardado, utilizando pinceladas marcantes e texturizadas com forte contraste de luz e sombra. 48 x 32 cm (MI). 78 x 61 cm (ME).
  • Importante Dressing Table em madeira nobre (mogno) de época Edwardiana / George V, Penteadeira mecânica com abertura superior em estilo Beau Brummell. A tampa superior é articulada. Ao ser aberta, aciona um sistema que eleva espelhos chanfrados em tríptico e revela compartimentos organizadores internos. Estrutura em mogno maciço com marchetaria e filetes de buxo (boxwood). Pernas cônicas e delgadas que terminam em rodízios de latão, facilitando a movimentação. 97 x 89 x 57 cm (fechada) 154 x 89 x 57 cm (aberta). Apresenta sinais de uso e do tempo (risco no tampo e algumas leves manchas). Espelho bisotê com duas gavetas. 8 escovas (24 x 14 cm maior), 2 potes para algodão, 4 perfumeiros, 4 potes (2 sem tampa), 2 potes e 1 espelho.
  • EDGAR WALTER (Nova Lima, MG, 1917 - Teresópolis, RJ, 1994) - Paisagem Urbana Histórica da Cidade de Petrópolis, no Rio de Janeiro, datada de 1984. Óleo s/ tela. Ass, localizado e datado, Petropólis, 1984, cid e no verso. 100 x 117 cm (MI). 173 x 90 cm (ME). A pintura exibe o canal do Rio Piabanha  que corta a charmosa Avenida Koeler, emoldurado por grandes árvores e casarões históricos ao fundo. O artista é amplamente reconhecido por sua maestria em capturar os reflexos, as frestas de luz natural e a atmosfera bucólica de paisagens fluminenses e mineiras, aluno de Batista da Costa .
  • Pintor viajante , rara iconografia do Rio de Janeiro ,Baía de Guanabara vista da Ilha das Cobras ,século XIX ,sem assinatura aparente . A vista retrata o cotidiano colonial e imperial às margens da Baía de Guanabara a partir da Ilha das Cobras, destacando embarcações, palmeiras, a arquitetura fortificada e diversas figuras locais na beira do cais. Óleo s/ tela. 64 x 100 cm (MI). 82 x 117 cm (ME).
  • FRANÇOIS-RENÉ MOREAUX - Iconográfica do século XIX intitulada Paço Imperial - Quinta da Boa Vista, RJ. Gravura aquarelada de época. 11 x 26 cm (MI). 47 x 33 cm (ME). Moldura dourada. A obra retrata uma paisagem histórica da Quinta da Boa Vista, com o palácio imperial localizado ao fundo, no topo de uma colina à esquerda. O primeiro plano destaca duas palmeiras imperiais, vegetação nativa e pequenos caminhos rurais da época. Apresenta-se em uma moldura clássica dourada com detalhes ornamentados em relevo e paspartu em tom creme. Possui laudo do Dr. Professor  Júlio Bandeira , autor de vários livro a sobre pintura Brasil século XIX
  • Escola Europeia. Século XIX - Cena de Caridade de Santa Isabel da Hungria. Óleo s/ tela. 28 x 23 cm (MI). 40 x 36 cm (ME). A cena retrata a devoção cristã por meio do ato de caridade e benevolência, onde a figura materna ou santa distribui pão e amparo a crianças necessitadas em um ambiente de forte contraste de luz e sombra. Do lado direito, uma mulher vestida com mantos coloridos e lenço na cabeça entrega o alimento; ao centro e à esquerda, crianças em trajes humildes estendem as mãos e seguram cajados, recebendo a doação.
  • ESCOLA HOLANDESA. Circa de 1800 - Natureza Morta - Flores em um Vaso Decorado, Óleo s/ tela. 69 x 57 cm (MI). 90 x 77 cm (ME). A obra apresenta um arranjo floral rico sobre um fundo escuro, característica comum nas pinturas barrocas europeias do período.
  • Conjunto de 2 potes com tampa em metal espessurado a prata de formato cilíndricos, sendo um pote para mel e um para açúcar da manufatura nacional St. James.
  • Elegante cômoda francesa, estilo Transição Louis XV  Louis XVI, em madeira nobre caracterizada pelo rico trabalho de marchetaria e pelo requintado tampo de mármore. Corpo estruturado com folheados de madeiras nobres, exibindo um trabalho geométrico de marchetaria em padrão quadriculado (parqueterie) nas gavetas laterais e um arranjo radial no painel central). Tampo com placa de mármore veteado cinza e branco, recortada sob medida para acompanhar os contornos levemente salientes da peça. Puxadores de gaveta circulares e ornamentação em bronze e nos pés.  Pernas suavemente curvilíneas com pés revirados. 84 x 128 x 53 cm.
  • JEAN-BAPTISTE DEBRET - Nossa Senhora da Conceição. PL06. Gravura histórica intitulada "Nossa Senhora da Conceição", criada originalmente do Álbum "Viagem Pitoresca e Histórica ao Brasil", com reproduções de aquarelas do artista, que não figuram no "Voyage Pictoresque et Historique su Bresil", editado por Firmin Didot Frères, de 1834, 1835 e 1839. Organizado por Raimundo Otonni de Castro Maia com as aquarelas de sua coleção. Executadas em Paris sob direção de Marcel Mailot, assim como impressão em papel d" Arches. 60 x 40 cm.
  • ÉMILE GALLÉ - Rara mesa "Art Nouveau" original, criada pelo célebre designer e mestre vidreiro francês Émile Gallé (18461904) por volta do ano 1900. Legítimo estilo Art Nouveau, movimento artístico que valorizava linhas sinuosas, formas orgânicas e temas inspirados na botânica e no mundo natural. Possui formato retangular construído com dois plateaux recortadas e superpostas. As pernas são recurvas e vazadas nos cantos superiores, criando um efeito leve e orgânico que remete a caules ou galhos de plantas. O grande destaque do mesa é o riquíssimo trabalho de marchetaria em madeiras nobres e mistas presente em ambos os tampos, representando elementos naturais finamente detalhados. 66 x 58 x 34 cm.
  • Séc. XIX - Mesa auxiliar porta-livros giratória de estilo oriental. O design com prateleiras giratórias cruzadas e rica ornamentação vazada é fortemente associado ao mobiliário Japonisme francês do período da Belle Époque. Possui tampo circular superior com bordas trabalhadas, coluna central decorada por anéis torneados e duas plataformas intermediárias em formato de cruz com grades vazadas e entalhadas, servindo como nichos para livros ou pequenos objetos. Sustentada por um tripé robusto com pernas entalhadas que remetem a motivos zoomórficos ou arabescos esculpidos. 77 x 50 cm
  • MARQUÊS DE BONFIM - Grande travessa em porcelana Cia das Índias do Serviço do Marquês De Bonfim, José Francisco De Mesquita, Visconde, Conde e Marques de Bonfim (1790/1873). Travessa apresenta borda recortada com friso dourado pretos salpicado de flores. No centro cercadura dourada preto com flores e paisagem lacustre em sépia. Peça do mesmo serviço reproduzida a página 114 do livro Louça da Aristocracia no Brasil. 40 cm x 33 cm.
  • PRATO D. PEDRO I - Prato do serviço Barra Bordeaux de porcelana possivelmente francesa. Século XIX. Sem marca. Apresenta barrado bordô com dourado e três reserva com flores, na caldeira ramo florido. Reproduzido a página 190 do livro Louça da Aristocracia No Brasil. 23 cm.
  • D. JOÃO VI - BARRA BORDEAUX - Prato Serviço Barra Bordeaux D. João VI. Porcelana possivelmente francesa, sem marca. Início do século XIX. Apresenta contorno dourado e aba em bordeaux e paisagem campestre na caldeira. Reproduzido a página 177 do livro Louça da Aristocracia No Brasil. 23 cm
  • PRINCIPE DE JOINVILE - Prato em porcelana francesa, Século XIX, sem marca. Borda dourada e vermelho escuro com representação de renda em dourado. Centro com pássaro e ramos. 22 cm. Reproduzido a página 219 do livro Louça da Aristocracia no Brasil.
  • D. PEDRO II - Prato de porcelana francesa, no verso marca da casa comercial -Wallerstein. Borda ondulada com friso dourado, quatro reservas florais delineadas por verde e detalhes em dourado, na caldeira brasão do Império. Há quem considere este serviço usado pela família imperial desde o primeiro reinado. Página 209 - Livro Louça da Aristocracia no Brasil. 23 cm.
  • BENNO TREIDLER (Berlim, Alemanha, 1857 -  Rio de Janeiro, 1931) Pão de Açúcar, Árvores e Florestas. Ass, datado e localizado Rio,1929, cid. 64 x 78 cm (MI). 90 x 106 cm (ME). A pintura exibe o interior de uma mata densa e exuberante  possivelmente a Mata Atlântica fluminense, com árvores altas, palmeiras e folhagens variadas. No centro inferior da composição, pequenas figuras humanas aparecem integradas à paisagem natural. Ao fundo, vislumbra-se uma abertura na vegetação revelando uma linha de água. Pintor, desenhista, aquarelista, decorador, cenógrafo, professor. Cursa a Academia de Belas Artes de Berlim, na Alemanha, entre 1875 e 1880.
  • ALFRED MARTINET - "Panorama da Baía do Rio de Janeiro". Circa de 1845. Editor Georges Leuzinger. Litografia a cores e aquarela sobre papel. 37 x 135 cm (MI). 70 x 170 cm (ME). : A obra original foi impressa pelas oficinas dos impressores Heaton e Rensburg. Sua publicação e distribuição comercial ficaram a cargo de Georges Leuzinger, célebre editor estabelecido na histórica Rua do Ouvidor, nº 36, no Rio de Janeiro. A imagem oferece uma vista panorâmica contínua e fascinante da Baía de Guanabara no período imperial. É possível observar a silhueta das montanhas fluminenses ao fundo, incluindo o Pão de Açúcar e o Corcovado, enquanto o primeiro plano é dominado por embarcações de guerra e navios mercantes que cortavam a costa brasileira na época. Rara litografia do Rio de Janeiro em grandes dimensões

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