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  • KENJI FUKUDA (Indiana, SP, 1943-2021)  Abstrato. Serigrafia s/ papel. Tiragem 112 / 120. Ass. cid. 64 x 64 cm (MI). 77 x 77 cm (ME). Fukuda foi amplamente reconhecido por suas composições abstratas geométricas e líricas, que exploram o equilíbrio de formas orgânicas flutuantes, texturas sutis e contrastes cromáticos intensos.
  • GUYER SALLES (1942)  Orquídea. Óleo s/ tela. Ass. cie. 80 x 50 cm. A pintura retrata uma única orquídea vibrante com pétalas em tons de rosa e vermelho contra um fundo escuro.
  • MARYSIA  Vaso de Flores. A composição apresenta um buquê vibrante de flores em um vaso escuro, contrastando com um fundo escuro e uma superfície azul. Óleo s/ tela. Ass. e datado 62, cid. 64 x 52 cm (MI). 80 x 70 cm (ME). Nascida em Araçatuba em 1937,  Marysia Portinari é sobrinha do célebre pintor Candido Portinari e construiu uma sólida trajetória na arte brasileira, destacando-se fortemente por suas naturezas-mortas expressivas e composições florais marcadas por cores quentes e vibrantes.
  • MARYSIA PORTINARI (Araçatuba, 1937)  Vaso de Flores. Apresenta flores em tons de laranja, amarelo e rosa em um vaso escuro sobre uma superfície verde. Óleo s/ tela. Ass. e datado 62, cid. 64 x 52 cm (MI). 80 x 70 cm (ME).  Natureza-morta com forte foco no uso lírico e texturizado da cor, característico da fase áurea da artista na década de 1960. Nascida em Araçatuba em 1937, Marysia Portinari é sobrinha do célebre pintor Candido Portinari e construiu uma sólida trajetória na arte brasileira, destacando-se fortemente por suas naturezas-mortas expressivas e composições florais marcadas por cores quentes e vibrantes.
  • MARIANA HELENA CHARTUNI (São Paulo, 1942)  Equilíbrio Lieral. Óleo s/ tela. 120 x 95 cm (MI). 123 x 98 cm (ME). Na tela Equilíbrio Sideral, as figuras humanas ganham contornos fortes e marcantes, quase geométricos, sugerindo movimentos corporais precisos, flexíveis e dinâmicos. Artista, escultora e restauradora brasileira. É amplamente reconhecida não apenas por suas pinturas e esculturas marcantes, mas também por sua carreira como restauradora do MASP. Ela ficou nacionalmente famosa por liderar o meticuloso trabalho de reconstrução da imagem original de terracota de Nossa Senhora Aparecida, que havia sido fragmentada em cerca de 200 pedaços durante um atentado em 1978.
  • MARIANA HELENA CHARTUNI (São Paulo, 1942)  Os Ciclistas. Óleo s/ tela. Ass. e datado 91, cid. 121 x 95 cm (MI). 124 x 98 cm (ME). Artista, escultora e restauradora brasileira. É amplamente reconhecida não apenas por suas pinturas e esculturas marcantes, mas também por sua carreira como restauradora do MASP. Ela ficou nacionalmente famosa por liderar o meticuloso trabalho de reconstrução da imagem original de terracota de Nossa Senhora Aparecida, que havia sido fragmentada em cerca de 200 pedaços durante um atentado em 1978.
  • JEAN PIERRE LACOURT  "Sentes du Paradis - Bretagne". Óleo s/ tela (casa). 51 x 41 cm (MI). 62 x 52 cm (ME). Paisagem com traços expressionistas e modernos, retratando uma construção residencial com telhado destacado e caminhos na região da Bretanha. Artista francês que desde muito jovem se apaixonou pela pintura. Formado em arquitetura, exerceu a profissão principalmente em Paris até 2002. Depois não parou mais de pintar.
  • Gravura histórica colorida à mão de D. Pedro I, datada de cerca de 1818. O retrato mostra o Príncipe Real do Reino Unido de Portugal e do Brasil e Algarves de perfil. A imagem está emoldurada e apresenta um brasão imperial na parte inferior do painel verde. 34 x 26 cm (MI). 48 x 40 cm (ME).
  • Vaso em porcelana chinesa. Formato quadrangular com design em azul sobre branco com personagens, pontes e árvore. Marca da manufatura no verso. 30 x 10 x 10 cm.
  • DELFT - Potiche em faiança holandesa, de formato balaústre decorado em azul sobre branco. Bojo abaulado, ornado por pássaros e ramos floridos em reservas. Gargalo retraído, encimado por tampa cônica de mesmo estilo com borda saliente. Apresenta pega moldada com arabescos entrelaçados. Marca do artista sob a base. 41 x 20 x 13 cm.
  • CHINA. Séc. XX - Prato em porcelana chinesa. Formato circular apresentando motivos clássicos de paisagem ou elementos naturais tais como bambu e folhagens em tons de azul sobre fundo branco.  Marca da manufatura na base.5 x 26 cm.
  • JAPÃO - Pequeno bowl em cerâmica japonesa tradicional do tipo Tobe especificamente produzida pelo forno Baizan. Apresenta o padrão floral conhecido como Nazuna, pintado à mão com tinta azul sobre fundo branco. Marca da manufatura no verso. 7 x 15 cm.
  • CHINA. Séc. XIX - Medalhão em porcelana chinesa. Formato circular apresentando decoração em azul e branco com ilha, pagodes e personagens. Marca da manufatura no verso. 6 x 33 cm.
  • CHINA. Séc. XVIII - Travessa em porcelana chinesa. Formato octogonal com bordas decoradas em padrões geométricos em azul e branco com motivos florais ao centro. 45 x 38 cm.
  • CHINA. Séc. XVIII - Travessa em porcelana chinesa. Formato octogonal com bordas decoradas em padrões geométricos em azul e branco com motivos florais ao centro. 45 x 38 cm.
  • PRATO CORPO POLICIAL - Prato em louça inglesa possivelmente do Staffordshire, 1870. Integrava o Serviço do Corpo Policial do Rio de Janeiro. Apresenta desgastes na pintura. Travessa do mesmo serviço a página 226 do livro Louça da Aristocracia no Brasil. 26 cm.
  • CONDE DE SARZEDAS - Raro réchaud do serviço do Conde de Sarzedas, Bernardo José Maria Da Silveira E Lorena (1756/1818), Capitão de Cavalaria, governador e Capitão Geral de São Paulo, governador e capitão geral de Minas Gerais, onde fundou a cidade de Campanha, conselheiro do Conselho Ultramarino, deputado da Junta do Tabaco, Vice-rei da Índia. Réchaud idêntico reproduzido a página 179 do livro As Companhias das Índias e a Porcelana Chinesa de Encomenda. Peça do mesmo serviço na página 149 do livro Louça da Aristocracia No Brasil. 24-5 cm x 4 cm.
  • MARQUÊS DE TAMANDARÉ - Prato de louça inglesa "Flow Blue", manufatura do "Staffordshire". Século XIX. Desenho floral em azul. Este prato fez parte do serviço do Marquês de Tamandaré, Joaquim Marques Lisboa 1807/1897. Participou da Campanha da Independência, da Campanha da Cisplatina e da Guerra do Paraguai. Reproduzido a página 333 do livro Louça da Aristocracia no Brasil. 23 cm.
  • VISCONDE DE JEQUITINHONHA - Prato fundo de louça inglesa da manufatura "Copeland E Garrett ", século XIX. Apresenta três reservas em azul cobalto e ouro, dois ramos de flores e no alto brasão em dourado. Francisco Gê Acaiba De Montezuma - 1794/1870. Formado em medicina e direito pela universidade de Coimbra, deputado, senador, ministro, foi um dos fundadores da Ordem dos Advogados do Brasil e do Instituto Histórico e Geográfico. 25 cm. Reproduzido a página 279 do livro Louça Da Aristocracia no Brasil.
  • BARÃO DE ITAMBÉ - Prato em porcelana possivelmente francesa sem marca, Século XIX. Borda verde com dourado, na borda reserva com dizeres "B.de Itambé". Adquirido da coleção Dr. Julio Pinotti. Reproduzido a página 275 do livro Louça Da Aristocracia No Brasil. 24 cm.

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