Peças para o próximo leilão

378 Itens encontrados

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  • BISPO DE MARIANA - Prato fundo de porcelana Cia das Índias. Fez parte do serviço do Bispo De Mariana, Dom Frei Cipriano De São José - 1744/1817. Com decoração em azul, branco e dourado com detalhes florais. 25 cm. Reproduzido a página 364 do livro O Brasil e a Cerâmica Antiga - E. F. Brancante. Adquirido da coleção Dr. Armando de Arruda Camargo.
  • DUQUE DE CAXIAS - Prato de porcelana europeia, século XIX, sem marca, borda ondulada, delineada por friso dourado e detalhes vasados, seis pequenas reservas ovais cada qual com flores no centro, na caldeira ramo de flores. Faz parte do serviço ente do leilão de Luiz Alves De Lima, Duque de Caxias. Procedente de leilão Renato Magalhães Gouvêa. Página 253 - livro Louça Da Aristocracia no Brasil. 24cm.
  • Bússola Feng Shui, também conhecida como Luopan - Caixa octogonal em marfim policromado e apresenta intrincadas gravações de cenas chinesas e caracteres ao redor de uma bússola central. É utilizado como um instrumento tradicional de divinação e orientação na filosofia Feng Shui. A pequena cavidade circular no meio abriga a bússola propriamente dita, responsável por alinhar as direções magnéticas. Ao redor do centro, existem círculos com caracteres chineses. Eles representam fórmulas do Feng Shui, os Troncos Celestes, as Ramificações Terrestres e dados astronômicos. A área externa octogonal exibe ilustrações detalhadas da cultura e do folclore chinês, frequentemente retratando figuras humanas, paisagens, animais e os símbolos do zodíaco oriental. Ricamente entalhada e pintada com tinta preta, típica da arte chinesa de uso erudito/feng shui da era Qing.
  • Pingente histórico em prata com uma grande gema de âmbar incrustada, ornamentado com detalhes entalhados e uma pequena pedra decorativa superior. O reverso desta joia traz uma gravação oficial Do Imperador a Imperatriz 1864 indicando que ela pertenceu a Dona Teresa Cristina, a Imperatriz do Brasil e esposa de Dom Pedro II. O desenho da peça é conhecido por refletir os modos discretos e o gosto pessoal austero da monarca.
  • SABINO. "Double Suzanne". Grupo escultórico de vidro opalescente criado por Marius-Ernest Sabino por volta de 1930 na França. Duas figuras femininas nuas dançando, segurando um xale drapejado. O design é inspirado na famosa estatueta individual "Suzanne" feita pelo contemporâneo René Lalique. Vidro opalescente moldado e prensado. Apresenta tons quentes cor de mel/âmbar quando iluminado por trás e reflexos azulados sob luz frontal. 22 x 19 cm. As figuras apresentam colares de prata no pescoço.
  • "Le Corcovado vu de la Maison du Consul d'Angleterre", baseada em um desenho do oficial naval e artista francês Édouard Brandon de la Touanne. A cena apresenta uma vista panorâmica do icônico morro do Corcovado, no Rio de Janeiro, a partir do terraço e dos jardins da residência do cônsul da Inglaterra daquela época. Destacam-se o relevo montanhoso característico da paisagem carioca ao fundo, a vegetação tropical exuberante com coqueiros e bananeiras em primeiro plano, e figuras vestidas com trajes típicos da era regencial reunidas ao longo da mureta do jardim.  A peça apresentada está finamente emoldurada com um paspartu decorado com filetes em ouro e detalhes ornamentais em estilo clássico, 32 x 46 cm (MI). 50 x 59 cm )ME).
  • GEORGE LEUZINGER Atribuída - "Vue de Lisbonne Prise D'Alfeite". Litografia. 23 x 46 cm (MI). 50 x 60 cm (ME). O estilo da obra remete a representações paisagísticas do século XIX, semelhantes a outras gravuras da época,
  • Gravura histórica do HMS Maeander, uma fragata de 46 canhões da Marinha Real Britânica. A imagem retrata o navio realizando a manobra de reduzir velas para ancorar.A obra original foi publicada por volta de 1851 e é frequentemente atribuída a artistas marítimos do século XIX. A cena inclui detalhes minuciosos do cordame e outras embarcações menores ao redor, em um estilo comum às ilustrações navais da época. Obra sem moldura. 37 x 46 cm.
  • KIMOSHITA  Figura Feminina - Desenho a lápis, possivelmente com toques de giz de cera s/ papel. Ass, datado e localizado, Brasília 1963, cie. 63 x 48 cm.
  • VICTOR FROND (França, 18211881) e CHARLES RIBEYROLLES. Álbum Brazil Pittoresco - Panorama de St. Christophe (Panorama de São Cristóvão), publicada originalmente em 1861: Victor Frond, responsável por capturar as imagens que serviram de base para as gravuras.  Gravador e Litógrafo: Léon-Jean-Baptiste Sabatier (com participação de Louis-Julien Jacottet). Impressão: Lemercier, em Paris. 47 x 60 cm. A cena retrata uma vista panorâmica a partir do antigo litoral do bairro imperial de São Cristóvão, na cidade do Rio de Janeiro. Ao fundo, erguem-se as icônicas montanhas cariocas, incluindo a silhueta do Corcovado. Em primeiro plano, figuras humanas aparecem em uma ponta rochosa da antiga Praia de São Cristóvão, que posteriormente desapareceu devido aos sucessivos aterros urbanos ocorridos na Baía de Guanabara ao longo do século XX.
  • ARTE NAIF - Cenas rurais brasileiras com personagens estilizados e paisagens áridas. A composição inclui figuras humanas em tons terrosos, vegetação seca e estruturas arquitetônicas simples. 63 x 48 cm. Obra sem moldura.
  • GEORGE AYLING (1887-1960)  "Harbor Boats". A pintura retrata um porto movimentado na Cornualha, com barcos de pesca ancorados. Aquarela s/ papel. Ass. cid. 31 x 41 cm (MI). 42 x 52 cm (ME). Obra sem moldura. Artista britânico conhecido por suas cenas costeiras.
  • Cena Costeira ao Entardecer com Figuras observando o Horizonte.Óleo s/ tela colada em cartão.  A obra exibe forte influência do Realismo e do Naturalismo do final do século XIX, capturando trajes regionais típicos (como lenços e aventais) que lembram comunidades costeiras tradicionais ou de imigrantes europeus.Em primeiro plano, figuras humanas (incluindo crianças e uma mulher) estão posicionadas sobre rochas escarpadas, olhando em direção ao mar calmo. Duas figuras adicionais ao fundo também observam o horizonte. O sol poente no horizonte cria um reflexo suave e dourado sobre a água, estabelecendo uma atmosfera melancólica e contemplativa. Há uma assinatura e datação ilegíveis em tonalidade avermelhada na rocha em primeiro plano, características de estudos e pinturas de gênero marítimo comuns em coleções privadas e leilões de arte clássica. 33 x 24 cm.
  • HIPÓLITO BOAVENTURA CARON (Resende, Rio de Janeiro, 1862 - Juiz de Fora, Minas Gerais, 1892) - Retrato. Desenho a lápis. Ass. cid.  30 x 27 cm. Desenho acadêmico com sombreamento suave em papel. Pintor e decorador. Aos 18 anos, ingressa na Academia Imperial de Belas Artes - Aiba. Dois anos depois, é admitido como professor de desenho elementar no curso profissional do Liceu de Artes e Ofícios do Rio de Janeiro.
  • Maria- A obra expressionista abstrata colorida, realizada com técnicas tradicionais de matriz de relevo combinada com entalhe e impressão experimental de cores. A imagem apresenta formas orgânicas, fluidas e estilizadas no centro, lembrando galhos, fluxos de água ou contornos biomórficos lineares. O plano de fundo mescla tons atmosféricos de azul, turquesa, violeta e suaves nuances rosadas ou terrosas, criando um efeito nublado ou cósmico. Na parte inferior, nota-se a numeração da edição limitada a lápis no canto esquerdo e a assinatura manual da artista no canto direito. 70 x 50 cm.
  • VICTOR FROND - Brésil Pittoresque, de Charles Ribeyrolles - O imponente edifício retratado na gravura é o antigo Hospício de Pedro II (identificado na legenda original em francês como Hôpital de Pédro II), localizado na Praia Vermelha, no Rio de Janeiro. Criado por decreto imperial em 1841 e inaugurado oficialmente em 1852, ele foi o primeiro hospital psiquiátrico do Brasil e o segundo da América Latina. Sua construção foi uma homenagem à coroação e maioridade do Imperador Dom Pedro II. O imponente prédio de linhas simétricas foi edificado seguindo os rígidos padrões da arquitetura neoclássica e inspirado em modelos hospitalares e psiquiátricos europeus da época. Com a Proclamação da República, a instituição foi laicizada e rebatizada como Hospício Nacional de Alienados. 68 x 54 cm.
  • VICTOR FROND, Álbum "Brazil Pittoresco - Litografia em sépia intitulada "Parahyba-do-Sul", datada de circa de 1861. Atribuída ao fotógrafo Victor Frond e ao litógrafo Ernest Jaime, A cena retrata a ponte sobre o Rio Paraíba do Sul, com a cidade ao fundo, capturando a infraestrutura da época. 68 x 54 cm.
  • LOUIS-JULIEN JACOTTET E VICTOR FROND - Par de litografias intitulado "St. Fidelis" / "Les Bords Du Parahyba", criado em 1861. Painel Superior ("St. Fidélis"): Mostra uma vista panorâmica da histórica cidade fluminense de São Fidélis, localizada às margens do Rio Paraíba do Sul. Painel Inferior ("Les Bords du Parahyba"): Retrata os arredores e as margens rurais do rio, destacando a vegetação nativa com palmeiras e figuras humanas próximas a uma cerca de madeira. Litografia original impressa em Paris pela famosa oficina de Lemercier. 68 x 54 cm.
  • Documento é uma folha histórica impressa em português antigo, intitulada "Quadros Históricos da Guerra do Paraguay", focando especificamente no episódio "A Passagem de Humaitá". Acompanha litografia intitulada "A Passagem de Humaitá". A cena mostra navios da Marinha Imperial Brasileira, incluindo encouraçados como o Bahia e o Alagoas, enfrentando baterias de artilharia paraguaias.A Passagem de Humaitá: Ocorreu na madrugada de 19 de fevereiro de 1868. Foi uma operação naval crucial na Guerra do Paraguai, onde uma ala da esquadra blindada brasileira forçou a passagem sob as pesadas baterias da fortaleza paraguaia de Humaitá, no Rio Paraguai.Esta folha funcionava como um panfleto ou crônica patriótica ilustrativa ("Quadros Históricos"). O tom é fortemente nacionalista e anti-Solano López, exaltando os líderes militares brasileiros (como Caxias, Tamandaré e Inhaúma) e o heroísmo das forças aliadas.75 x 55 cm.
  • Copo de vidro azul opalescente, com bordas onduladas e realces dourados. O estilo de listras verticais é comumente conhecido como padrão "Drapery". 10 x 10 cm.

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