Peças para o próximo leilão

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  • Conjunto de 6 cadeiras com estruturas tubulares em metal cromado. Encostos e assentos retangulares, emoldurados por frisos lisos em madeira, forrados com palhinha da Índia. Pernas retas apoiadas sobre bases em U. 80 x 46 x 50 cm.
  • Vaso contemporâneo e decorativo em vidro de cor verde menta com acabamento opaco. Silhueta marcante com gomos horizontais repetidos que criam um efeito visual de ondas e movimento.
  • Vaso contemporâneo e decorativo em cerâmica canelada em tom azul escuro. Destaca-se pelo seu design em relevo e formato anatômico exclusivo.
  • IVV ITALY - Centro de mesa em vidro translucido. Formato oval com larga borda texturizada e pintada a mão de cor prata. Apresenta selo da grife  italiana IVV - Arte italiana estilo Mid-Century Modern.
  • ARTE POPULAR BRASILEIRA   UP (ULISSES PEREIRA CHAVES  Carai, 1924 - 2007) - Moringa em cerâmica artesanal tripé com decorações de pássaros e folhagens, característica da arte popular do Vale do Jequitinhonha, em Minas Gerais.  Formato escultural abaulado com três bases de apoio (tripé), gargalo com tampa e grafismos figurativos de aves e ramos aplicados à mão. Peça utilitária modelada em barro cozido, utilizando técnicas tradicionais de queima e pintura natural com argilas de diferentes tonalidades. Assinada com as iniciais UP. 40 cm. Em plena zonal rural do município de Caraí residiu o maior ceramista do Vale do Jequitinhonha: o mestre Ulisses Pereira Chaves. Seu imaginário único, original, coloca-o, na realidade, entre os mais importantes escultores ativos no país do século XX. O paisagista Roberto Burle Marx  que entedia a circularidade existente entre as culturas altas e as do povo comum, e autor de uma obra coletiva de alcance universal  construiu no seu sítio de Barra de Guaratiba, no Rio de Janeiro, um pavilhão praticamente destinado à exposição das obras de Ulisses, que foi adquirindo ao longo de anos. Grave e digno, lutando para sobreviver numa região endêmica e levando uma vida a um passo da pobreza mais absoluta, Ulisses dizia ser gente da natureza, sempre junto com o sol, a lua e as estrelas.
  • ARTE POPULAR BRASILEIRA   DIDA DO VALE. Escultura ou moringa antropomorfa em cerâmica policromada representando uma figura feminina estilizada ("mulher de três pernas"). Tampa na forma de cabeça. Assinada. Peça de barro cozido pintada manualmente com pigmentos terrosos, típica da olaria tradicional e regional do Brasil (como o Nordeste ou Minas Gerais). Ceramista do Vale do Jequitinhonha, MG. Adquirida na CodeVale em BH. 40 cm.
  • ARTE POPULAR BRASILEIRA  JOÃO JULIÃO (João Pádua Lisboa  Alagoinha, Prados, MG , 1969) - Escultura de sapo entalhada em madeira, apresentando um tom marrom escuro clássico e um acabamento liso e polido. Assinado. Peça reproduzida no livro Eu Me Ensinei, à página 395 de Edna Matozinho Pontes. 53 x 35 cm. Seu irmão Itamar foi sua principal influência para começar a criar suas peças em madeira. Fazia seus próprios brinquedos quando era criança, e até uns doze anos de idade fez suas peças para brincar. Costuma fazer bichos e santos por encomenda, e ele mesmo que faz muitas de suas próprias ferramentas. A peça que mais gosta de fazer são sapos, além dos macacos, que são as mais conhecidas.
  • ARTE POPULAR BRASILEIRA  ANTÔNIO JULIÃO (Antônio Geraldo Lisboa  Prados, MG, 1966)  Escultura em monobloco de madeira entalhada artesanalmente.  Retratando leão. Caracteriza-se pela rusticidade expressiva e traços marcantes na representação de animais da fauna.  Assinado. 98 x 24 cm.  Com o falecimento de seu irmão, Itamar, artista consagrado, com obra na Pinacoteca do Estado, Antônio tornou-se o maior expoente do grupo de artistas conhecido como família Julião, que iniciou um núcleo de escultores em madeira na cidade de Prados, na década de 60, tornando-se tradição na cidade que hoje é famosa por esta arte. Antônio realiza suas obras com força criativa, originalidade e evidentes recursos técnicos, em concepções de grandes proporções, em geral colunas esculpidas em um único tronco. Seus temas frequentemente revelam crítica social e ambiental, ao expressarem ao mesmo tempo temas como o da senzala, de evidente conotação social e outros que retratam a visão utópica do homem em harmonia com a natureza, no paraíso.
  • ARTE POPULAR BRASILEIRA  VÉIO (Cícero Alves dos Santos - N. Sra. da Glória, SE - 1947) - Escultura em madeira policromada. 8 x 21 x 20 cm.
  • Prato em louça inglesa ou nacional. Fundo amarelo com Brasão de Armas do Império do Brasil no centro encimado pela coroa imperial e rodeado por ramos de café e tabaco. 20 cm. Peça de serviço semelhante ao reproduzido no Livro A Louça da Aristocracia no Brasil, de Jenny Dreyfus à pág. 203. Coleção Antônio Villares da Silva. Apresenta bicado no parte de traz que não compromete a frente. Coleção D. Lucia e Dr. Armando de Arruda Camargo.
  • CASA IMPERIAL BRASILEIRA. DOM PEDRO II. "Serviço PII Grande" - Prato raso em porcelana francesa pertencente ao Serviço Imperial de D. Pedro II, conhecido como raríssimo "Serviço PII Pequeno". Decoração com Brasão de Armas do Império do Brasil. Borda superior verde esmeralda e friso em filigrana de ouro. Séc. XIX. 24 cm. Peça do mesmo serviço, reproduzida na pág. 234 do livro "Louça da Aristocracia no Brasil" de Jenny Dreyfus. Pertenceu a coleção Dr. Roque Brito Alves.
  • Prato circular em porcelana encomendado para a exposição de 1867 em Paris. Apresenta Brasão de Armas do Brasil em dourado no centro e friso dourado nas bordas. 23 cm. Coleção Ari Bragança de Bourbon.
  • Serviço Comemorativo da "Independência ou Morte" do Brasil - Travessa em louça de formato retangular apresentando o Brasão Imperial Brasileiro no centro, encimado por uma coroa imperial. Borda decorada com ramos de café e tabaco, produtos típicos brasileiros, além da inscrição "Independência ou Morte". 19 x 25 cm. Exemplar deste serviço encontra-se reproduzido no Livro A Louça da Aristocracia no Brasil, de Jenny Dreyfus à pág. 205. Coleção Antônio Villares da Silva. Considerada uma porcelana patriótica rara, produzida para celebrar a independência do Brasil.
  • Raríssimo  Paliteiro de Banquete  Grande paliteiro em prata de lei portuguesa, repuxada e cinzelada, representando Guerreiro Lusitano, de pé sobre base circular apoiado em pés lavrados. Apresenta armadura medieval, segurando uma lança alta na mão direita e um escudo com brasão heráldico ao lado. Ourives Francisco Duarte da Graça, citado em 1854. 33 cm (MT). Peso 654 gramas. Coleção Ari Bragança de Bourbon.
  • Séc. XIX - Conjunto de 5 pequenas imagens em madeira com resquícios de policromia. A) Santo Antônio com o Menino Deus sentado sobre livro em seu braço esquerdo B) São Francisco de Assis com os trajes de sua Ordem e a corda de 3 nós. C) Santo Antônio com o livro na mão esquerda. D) São José com o Menino Deus no colo e cajado. E) Nossa Sra. com amplas vestes pregueadas. Danos compatíveis com o tempo e desgastes na pintura.  7 x 4 cm (maior). 6 x 3 cm (menor).
  • Séc. XIX - Conjunto de três pequenas esculturas do imaginário da arte sacra popular brasileira, em madeira entalhada com vestígios de policromia. A) Representação de Santo Antônio com  Jesus nos braços. Apresenta resquícios de policromia. B) Representação de Santo Antônio de túnica longa e capa, com entalhe rústico e base cilíndrica. Apresenta resquícios de policromia. C) Representação de Santo Antônio com hábito escuro segurando um livro nos braços (característica comum em imagens de Santo Antônio ou São Benedito). Apresenta resquícios de policromia e algumas perdas. 9 x 4 cm / 10 x 3 cm / 9 x 5 cm. Desgastes naturais, rachaduras na madeira e perdas na camada pictórica (policromia) são normais em peças de época,
  • Séc. XIX - Conjunto de duas antigas esculturas sacras esculpidas em madeira entalhada e policromada. A) Figura infantil de pé , possivelmente Menino Jesus com túnica curta e cinco apoiada sobre uma base de madeira quadrada. Representação figurativa de uma criança com traços rústicos e base de apoio individual. B) Acompanha santo, possivelmente São José, com cajado na mão. tom escuro, representando uma figura humana ereta com trajes tradicionais e feições definidas. 8 x 3 cm / 8 x 2 cm. Desgastes naturais, rachaduras na madeira e perdas na camada pictórica (policromia) são normais em peças de época,
  • Séc. XIX - Conjunto de duas antigas esculturas sacras esculpidas em madeira entalhada e policromada. A)  Nossa Senhora da Conceição retratando a imaginária sacra de devoção popular com policromia e pátina original de época. B) Trata-se provavelmente de Nossa Senhora das Dores caracterizada pelas vestes drapeadas, apoiada em base cilíndrica. Resquícios de policromia de época. 8 x 4 cm / 9 x 3 cm. Desgastes naturais, rachaduras na madeira e perdas na camada pictórica (policromia) são normais em peças de época,
  • Séc. XIX - Conjunto de duas antiga esculturas sacras esculpidas em madeira entalhada e policromada. A)  Nossa Senhora de pé sobre uma base octogonal, típica de peças devocionais tradicionais. Com vestígios de policromia e feições delicadas esculpidas à mão. B) Nossa Senhora da), posicionada sobre uma base que remete a uma lua característico da iconografia da Imaculada. Apresenta vestígios de policromia original e acabamento que aparenta douramento envelhecido pelo tempo. 9 x 4 cm. Desgastes naturais, rachaduras na madeira e perdas na camada pictórica são normais em peças de época,
  • Séc. XIX - Conjunto de duas pequenas imagens em madeira policromada, com resquícios de douração. A) Santo Antônio, muito comum no período colonial O santo veste o hábito franciscano característico. É possível notar que a imagem apresenta a ausência do Menino Jesus, que originalmente ficaria posicionado sobre o livro ou no braço esquerdo, uma perda comum devido à antiguidade do objeto. B)  Santo Antônio, retratado com o tradicional hábito franciscano em madeira escura entalhada, com resquícios de policromia original que se desgastaram com o tempo. Desgastes na superfície e perda de partes detalhadas (como o Menino Jesus que costuma ficar apoiado em um dos braços ou o livro.  14 x 6 cm / 14 x 5 cm.

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